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Ciênc. Saúde Colet. (Impr.) ; 21(12): 3729-3744, 2016. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-828531

ABSTRACT

Resumo O artigo objetiva analisar os atendimentos de emergência referentes às causas externas, na infância, de 0 a 9 anos, nas capitais brasileiras, coletados no inquérito Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA), em 2014. Foi feita análise de dados do VIVA realizada nas emergências públicas em 24 capitais brasileiras. Foram analisadas variáveis como: sexo, faixa etária, raça/cor da pele, tipo de ocorrências e lesões, agressores e outras. Foram 8.588 atendimentos entre crianças, 8.164 vítimas de acidentes e 424 violências. Os meninos sofreram mais acidentes, a maioria das ocorrências foi no domicílio e a alta foi o desfecho mais frequente. As quedas foram os acidentes mais frequentes, seguidas de outros, como no transporte e por queimaduras. Dentre as violências, a negligência prevaleceu, seguida da agressão física. O provável autor da violência em 72% dos casos foi um familiar da criança, sendo a mulher a mais frequente para menores de 1 ano e o homem de 6 a 9 anos. Os acidentes na infância ocorreram principalmente no domicilio, sendo as quedas as ocorrências mais frequentes. As violências contra crianças foram praticadas por familiares e conhecidos. Os dados apoiam a implementação de políticas públicas de prevenção e proteção.


Abstract Objective: To describe emergency care for external causes in childhood, age group 0-9 years, in Brazilian capitals, collected from the Violence and Accident Surveillance System (VIVA) Survey in 2014. Methods: To review data from the VIVA survey conducted in public emergency services in 24 Brazilian capitals. Variables analyzed were gender, age group (0-1 years, 2-5 years and 6-9 years), race/skin color, type of events and injuries, aggressors and other. Results: Eight thousand five hundred eighty-eight children received care, of which 8,164 (95%) were victims of accidents and 424 (5%) of violence. Boys suffered more accidents, most events occurred at home (65%) and discharge was the most frequent outcome. Falls were the most frequent accidents, followed by other accidents, road injury and burns. Neglect prevailed among the types of violence, followed by physical violence. The perpetrator was a child's relative in 72% of the cases, and women were the most frequent aggressors for children under 1 year, and men for children aged 6 to 9 years. Conclusion: Childhood accidents occurred mainly at home, and falls were the most frequent events. Family members and acquaintances perpetrated violence against children. Data point to the implementation of public prevention and child protection policies.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Infant, Newborn , Infant , Child, Preschool , Child , Wounds and Injuries/epidemiology , Accidents/statistics & numerical data , Child Abuse/statistics & numerical data , Emergency Service, Hospital/statistics & numerical data , Violence/statistics & numerical data , Wounds and Injuries/etiology , Accidental Falls/statistics & numerical data , Brazil/epidemiology , Burns/epidemiology , Accidents, Traffic/statistics & numerical data , Surveys and Questionnaires , Sex Distribution , Age Distribution
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